«Como é que, afinal de contas, se escreve uma história da “consciência”? Como é que se escreve a história de algo que escapa a uma definição fácil, que não tem fronteiras do discernível e funciona com base no princípio da reflexão (...)? Como é que se inventa uma voz (ou vozes) para esta história, uma voz que possa falar dos efeitos emocionais da fotografia bem como das suas características formais e física e das respectivas ramificações económicas e políticas?»
Geoffrey Batchen